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#FinanceiraMENTE

SELIC 14,25% o que quer dizer?

Após a decisão em unanimidade do COPOM – Comitê de Políticas Monetárias – pelo aumento em 0,5% da Taxa Selic, precisamos entender o que isso nos afeta.

  1. Com taxa de juros elevadas o acesso ao crédito se restringe e muitas empresas deixarão de fazer investimentos o que impede uma expansão na oferta de empregos.
  2. Com juros altos tudo que é financiado ficou mais caro. Se você pretendia comprar algo financiado, deve pensar  muito se realmente é preciso comprar agora pois pagará bem mais caro. Vale a pena juntar o valor que pagaria no financiamento e comprar a vista depois ou de repente nem comprar e ficar com esta reserva financeira.
  3. Como muitas pessoas utilizam crédito para consumir, a taxa de juros alta inibe a utilização deste recurso. Em consequência o comércio vende menos e compra menos também. A indústria acaba tendo queda nas vendas e para se manter de pé, corta gastos . Se mesmo cortando gastos a situação não se sustenta, a indústria acaba tendo que demitir.
  4. Quanto maior o desemprego, maior o clima de insegurança. Mesmo quem está empregado fica inseguro pela incerteza do futuro e reduz o consumo o que acaba afetando o comércio, a indústria e serviços, cada um numa proporção.
  5. E se o aumento da taxa de juros reflete desta forma, por que aumentam? Para conter um mal maior chamado INFLAÇÃO, que é a desvalorização da nossa moeda, reduzindo o poder de compra do nosso dinheiro.  Quanto maior a inflação, compraremos cada vez  menos coisas precisando de mais dinheiro. Você já deve estar sentindo no bolso este efeito ao ir no supermercado. Trazemos para casa cada vez menos e gastamos mais. Todo mês reduzimos algo da lista mas a despesa não diminui. Efeito da inflação.
  6. Mas a inflação não está reduzindo, só aumenta e tem previsão de chegar por volta de 9% este ano. Qual o efeito do aumento da taxa SELIC na inflação? É que estas medidas visam conter a inflação de 2016 para que ela fique em torno de 5,5% no próximo ano. É preciso apertar o cinto agora para sentir o efeito depois.
  7. Então podemos dizer que 2016 será um pouco melhor que 2015? Ainda não podemos concluir com certeza. Até o final do ano, muitos outros fatores que afetam a economia interna ainda podem mudar e desencadear mais tensão e desemprego. Estamos em meio a uma crise política tão ou mais grave que a crise econômica e que não sabemos o desfecho. Em paralelo temos uma investigação de corrupção que parece não ter fim. São muitos fatores a equilibrar para arrumar a casa, e o que foi desarrumado em vários anos não se arruma de uma hora para outra.

O aumento da taxa SELIC evidencia tempo de economizar. Gastar com sobriedade mesmo que você tenha estabilidade no emprego e não corra o risco de ficar desempregado. A inflação por si só deixará sua vida mais cara e se na família alguém tem o risco de desemprego, talvez você tenha que segurar as pontas.

Também não devemos ficar pessimistas  pois estamos vivendo um momento que nos dá a oportunidade de repensarmos o que realmente importa em nossas vidas, o que pode tornar a vida mais simples sem precisarmos trabalhar tanto para dar a quem amamos muito material e pouco afeto. Não vamos poder fazer algumas coisas em contrapartida substituiremos por outras que podem ser melhores.

Se você foi demitido, não faça extravagâncias com o dinheiro da rescisão, e também não utilize tudo para investir num negócio próprio. Planeje o uso do dinheiro para que ele lhe dê segurança até encontrar novo emprego.  Se tiver dívidas, aproveite e negocie desconto para quitá-las e economize com juros. Mas até encontrar outro emprego lembre que precisará sobreviver.

Você está desempregado e endividado? É hora de rever tudo em sua vida. Adequar-se a um novo estilo de vida, vender algo que possa fazer dinheiro ou utilizar a criatividade para gerar renda. Tire o foco do problema que provavelmente está tirando o seu sono e coloque o foco na solução. Sempre há um novo caminho que podemos seguir. Com união e aconchego familiar, uns apoiando os  outros, tudo passa e ainda descobrimos uma força e coragem que não sabíamos que tínhamos. Acredite em você, faça o que precisa fazer sem se importar com o que os outros vão pensar e siga olhando pra frente sem remoer o passado que não dá pra mudar.

Não deixe de ser alegre por causa da crise. Não fique ecoando más notícias e pessimismos. A crise não durará pra sempre, mas o aprendizado que tirarmos desta fase é que fará a diferença no futuro na nossa vida pessoal, profissional e social.

 

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Novas Regras do Seguro Desemprego

Imagem Fonte: Fecomercio SP

A Presidente sancionou a MP 665, aprovada no final de maio pelo Senado, e que foi agora convertida na Lei 13.134, que altera as normas de acesso ao seguro-desemprego, tornando-as mais rígidas. A sanção foi publicada (17/05/2015), no "Diário Oficial da União".

Lei 13.134/2015 – trabalhador dispensado sem justa causa

Antes: ter recebido salários nos últimos 6 meses imediatamente anteriores à data da dispensa.

Lei 13.134/2015: primeira solicitação deve ter trabalhado durante, no mínimo, 12 meses nos últimos 18 meses imediatamente anteriores à data de dispensa.

• Se for o segundo requerimento de seguro-desemprego, esse prazo mínimo será de 9 meses, nos últimos 12 meses.

• A partir do terceiro requerimento, o prazo será de 6 meses.

As parcelas de acordo com a nova Lei 13.134/2015: 

Primeira vez que pede o seguro-desemprego:

4 parcelas se trabalhou entre 12 e 23 meses, nos 36 meses anteriores.

5 parcelas se trabalhou a partir de 24 meses, nos 36 meses anteriores.

Segunda vez que pede o seguro-desemprego :

3 parcelas se trabalhou entre 9 e 11 meses, nos 36 meses anteriores.

4 parcelas se trabalhou entre 12 e 23 meses, nos 36 meses anteriores.

5 parcelas, se trabalhou no mínimo 24 meses, nos 36 meses anteriores.

 Terceira vez que pede o seguro-desemprego :

3 parcelas se trabalhou entre 6 meses e 11 meses, nos 36 meses anteriores.

4 parcelas, se trabalhou entre 12 meses e 23 meses, nos 36 meses anteriores.

5 parcelas, se trabalhou no mínimo 24 meses, nos 36 meses anteriores.

Aqui estão as novas regras, agora em Lei, do Seguro Desemprego.  

Quero fazer algumas reflexões sobre este benefício.

Dê preferência a ter um novo emprego ao invés de ficar desempregado para receber as parcelas. Com registro em carteira você conta tempo de serviço para aposentadoria e lá na frente, estes meses farão a diferença. Com registro em carteira você tem mensalmente o depósito no FGTS que  será útil em algum momento ou na aposentadoria ou na compra de um imóvel por exemplo.  

Pense sempre em progredir e não simplesmente se acomodar. Trabalhar não é castigo quando fazemos o que amamos. Se ficou desempregado, aproveite para rever sua carreira, o que pode fazer com as inúmeras habilidades que possui para ter uma renda mensal e sentir-se feliz.

Não deseje o desemprego apenas para receber o benefício, isso é pensar pequeno!

Pense grande! Saiba o que deseja para sua vida e siga em busca deste objetivo. Estude, aprenda coisas novas, busque oportunidades, converse com pessoas de sucesso, planeje sua carreira.

E seja feliz!

 

 

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Esclareça um idoso

O que leva um gerente de Banco a induzir uma pessoa semi analfabeta com 84 anos a colocar suas economias numa previdência privada ? 

Que benefícios pode ter uma pessoa de 84 anos com um investimento deste?

O que leva um gerente de Banco induzir uma pessoa a colocar 10 mil reais em 10 títulos de capitalização para concorrer a um milhão? Agora esta pessoa quer viajar para o Nordeste no São João e seu dinheiro está imobilizado num jogo que se ele for resgatar vai perder dinheiro.

O intuito não é campanha contra os produtos Previdência Privada e Títulos de Capitalização, mas para que os idosos possam fazer as melhores escolhas para si sem a indução de alguém parcial.

Se o idoso tivesse feito a previdência privada com o intuito de deixar o dinheiro para alguém, vá lá. Na previdência privada o beneficiário recebe o dinheiro de imediato sem burocracia em caso de morte do titular. Isso pode ser um motivo para um idoso querer fazer uma previdência, ou seja,  para deixar um valor para alguém que pode não ser seu herdeiro legal, ou para algum herdeiro sem ter que passar por inventário. Na maioria dos casos não é esta a intenção do idoso. Eles na verdade tem seu pezinho de meia para uma emergência e precisam de liquidez do dinheiro para utilizarem quando necessitarem seja para uma viagem ou para um tratamento médico. O agravante é que não informam que este tipo de investimento é de longo prazo e devemos deixá-lo aplicado por pelo menos 5 anos. Será que este senhor viverá mais 5 anos? Se ele quiser usar o dinheiro neste período deixará de ganhar pois pagará taxas altas de carregamento, de administração e de Imposto de Renda. Apenas os informam que depois de 6 meses poderão movimentar o dinheiro, só não falam os custos e nem apresentam projeções de ganhos.

No caso dos títulos de capitalização, se o idoso quiser, ao invés de jogar em loterias toda semana, investir num título de capitalização que também é jogo só que no final ele resgata o dinheiro de volta, ok! Se está consciente que é jogo e quer arriscar tudo bem. Mas na verdade ele compra como investimento, algo que vai multiplicar o seu dinheiro e ele ainda concorre a sorteios. Também não informam que antes de um ano não pode resgatar nada e se após um ano resgatar vai perder mais da metade do que "supostamente investiu". Terá que esperar 5 anos para resgatar o dinheiro sem rendimentos.

A proposta é orientar quem está por perto principalmente idosos menos esclarecidos muitos deles com 70, 75 , 80 anos ou mais.
Pessoas que começaram a trabalhar na infância, não tinham tempo para estudar e criaram seus filhos com muito esforço. Muitos de nós tem pais e avós desta geração e muitos deles são pessoas simples sem muito entendimento mas com grande sabedoria sobre comportamento ético, algo que talvez falte em alguns profissionais do mercado financeiro.

Os idosos que tem uma reserva financeira normalmente a colocam na caderneta de poupança, e se tornam alvo dos Bancos que lhes convencem a colocar suas reservas em previdência privada e a adquirir títulos de capitalização.

Coloquem o tema em pauta em blogs, artigos, programas de radio e TV e vamos esclarecer estes idosos.

Esclareça um idoso você também!

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Consumo consciente

Acima na imagem vemos os doze princípios do consumidor consciente segundo o Instituto Akatu.

Mas o que é consumo consciente?

Diferente do que alguns pensam, não é  deixar de consumir, isso é impossível, mas consumir de forma diferente. Consumir com consciência dos impactos que o consumo pode gerar na sociedade, na economia, na natureza e para si próprio.

Para você entender vamos dar um exemplo:

A compra inocente de um DVD pirata do desenho da moda ou de um game para seus filhos, geram impactos na economia. Não há o pagamento de impostos que se revertem em serviços públicos e nem dos direitos autorais para quem produziu. A concorrência desleal com o logista, pode resultar numa queda de vendas, na demissão de funcionários e em alguns casos, no encerramento das atividades. O não pagamento de direitos autorais impede que quem produziu recupere o capital investido o que pode gerar um efeito dominó e acabar ocasionando demissões e redução de estruturas.  A simples compra de um DVD pirata para entreter seus filhos pode reduzir a oferta de empregos, de serviços públicos e alimentar uma rede criminosa gerando um impacto negativo enorme.

Por mais que seja tentador pagar barato um produto pirata, temos que nos conscientizar que o barato sai caro quando pensamos nos impactos. De alguma forma este impacto, em algum momento da vida, atingirá a você ou alguém da sua família, quem sabe seu filho num futuro próximo.

Se o DVD original é caro para você, junte o dinheiro e forme uma rede de amigos para trocarem DVDs. Isso reduz custos e evita os impactos negativos. Sem contar é lógico a qualidade do produto e a consciência tranquila por valorizar o trabalho de muitos profissionais.

Poderíamos dar inúmeros exemplos mas você desistiria de ler porque o texto viraria um livro. Então segue aqui algumas ações para praticar o consumo consciente e ao final a indicação de alguns sites com conteúdos de grande utilidade.

Vamos às dicas para praticar.

No começo eram apenas 3 Rs – Reduzir – Reutilizar e Reciclar

Alguns anos depois descobrimos mais algumas ações importantes:

Repensar- Responsabilizar-se  -Reduzir – Reutilizar – Reparar – Reciclar – Repassar

Repensar o consumo antes de comprar. Será que realmente precisa comprar mais um sapato? Será que não dá pra utilizar o verso das folhas para imprimir? Não seria melhor reformar as roupas antes de comprar novas?

Responsabilizar-se pelos impactos do consumo e buscar minimizar os impactos negativos com algumas ações simples no dia a dia. A vida no Planeta depende de cada um de nós.

Reduzir o consumo é essencial para diminuir a extração de recursos naturais.

Reutilizar o que possui. Com criatividade é possível prolongar o tempo de uso do que temos. Sapatos e bolsas podem ser pintados, roupas podem ser customizadas, embalagens que podem ser transformadas, móveis que podem ser reformados, etc.

Reparar ao invés de jogar fora e comprar um objeto novo. Perdemos o hábito de mandar para o conserto, mas ele precisa ser readquirido para o bem do nosso bolso e do planeta.

Reciclar – mais de 800 mil famílias vivem da reciclagem hoje no Brasil segundo o Instituto Akatu. Além disso, reciclar reduz a utilização de recursos naturais. Basta separar o lixo que é reciclável e levar a um dos postos de coleta caso não passe a coleta seletiva em sua residência.

Repassar as informações que obtém sobre consumo consciente que podem mobilizar pessoas para preservar a vida no planeta, nas redes sociais, nos grupos que frequenta, no trabalho, na família, etc. Repasse também aquilo que não vai mais usar e que pode ser útil para outras pessoas como roupas, sapatos, livros, móveis, utensílios domésticos, etc.

Sites para você saber mais sobre o tema:

a imagem acima foi tirada do Portal do Professor 

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/  

 

http://www.wwf.org.br/wwf_brasil/

 

 

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Respeito é bom e todo consumidor merece!

Fui à uma loja de artesanato do bairro onde moro e não foi possível pagar com cartão de débito porque estão sem telefone desde a semana passada. Um caminhão passou na rua e arrebentou o fio do telefone.  A prestadora de serviços Vivo já foi chamada diversas vezes e até agora está se fazendo de “morta”.

Fiquei pensando quantas vendas esta micro empresa está perdendo por falta do serviço já que, dificilmente alguém paga com dinheiro em espécie atualmente?

Quanto tempo esta comerciante já perdeu para solicitar o atendimento?

Quem vai arcar com os prejuízos?`

Enquanto lia este texto tenho certeza absoluta que se lembrou de algum caso ou melhor,  descaso,  pelo qual passou. Todos  temos uma história ruim para contar e é por isso que deixo aqui os principais sites de reclamações.

Quanto tiver algum problema com produtos ou prestação de serviços, utilize todos os meios possíveis inclusive redes sociais. Faça valer seu direito de consumidor para conquistar respeito.

Não se deixe enganar ou iludir. Palavras bonitas, prazos e preços convidativos se não cumpridos transformam sonhos em pesadelos.

Recomendo  consultar sites de reclamações antes de contratar serviço ou comprar um produto. Pode evitar muitos aborrecimentos!

No Site Reclame Aqui e no site do PROCON, há o ranking das empresas com mais reclamações.

PROCON - https://www.procon.sp.gov.br/

Reclame Aqui: http://www.reclameaqui.com.br/

Reclame Aqui Serviços Públicos: http://cidadao.reclameaqui.com.br/

IDEC-Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor : http://www.idec.org.br/

Reclamão: https://www.reclamao.com/

Denuncio: http://www.denuncio.com.br/

Consumidor:https://www.consumidor.gov.br/pages/principal/?1428420319163

SOS consumidor: http://www.endividado.com.br/

Anatel: http://www.anatel.gov.br/Portal/exibirPortalInternet.do?acao=inicioConteudo

 

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Psicologia Econômica

 

 

Para falar um pouco de Psicologia Econômica recorremos ao livro Psicologia Econômica – Estudo do comportamento econômico e da tomada de decisão- Dra. Vera Rita de Mello Ferreira-Editora Campus-2008  e  também à entrevista concedida ao CORECOM.

 

A Psicologia Econômica nasce da necessidade, identificada por pensadores sociais, juristas, economistas e psicólogos, de acrescentar um enfoque mais abrangente à Economia, que não daria conta de explicar suficiente e apropriadamente os fenômenos econômicos, sempre influenciados pela participação humana e, consequentemente, pelas limitações, bem como movimentos, por vezes inesperados, que lhe são inerentes. ( Cap. 2 p.43)

 

A Psicologia Econômica pretende estudar o comportamento econômico dos indivíduos 

( denominados, frequentemente, consumidores, ou tomadores de decisão, do inglês “decision makers”), grupos governos, populações, no sentido de compreender como a economia influencia o indivíduo e, por sua vez, como o indivíduo influencia a economia,

tendo como variáveis pensamentos, sentimentos, crenças, atitudes e expectativas. Portanto, ao contrário dos economistas, que desprezam as anomalias, os psicólogos econômicos fazem delas seu objeto de estudo privilegiado. (Cap.1-p.39)

 

Objetos de estudo da Psicologia Econômica :

 

  • Comportamento Econômico: poupança e previdência, crédito e endividamento, decisões domésticas e socialização econômica, compra compulsiva e meio ambiente.
  •  Análise da Tomada de Decisão no que se refere a comprar, poupar, investir, presentear, apostar, pagar impostos, etc.

 

Economista Herbert Simon – Prêmio Nobel de Economia em 1978-questionou a teoria da racionalidade.

Na década de 50, Simon defendeu a Teoria da Racionalidade Limitada e ganhou adeptos.

 

“Nós não somos plenamente racionais, nós somos limitadamente racionais.”

 

Sempre tomaremos decisões o mais satisfatório possível, pois não é possível pensar em racionalidade plena.

 

Esta teoria serve como base para estudos da Psicologia Econômica até hoje.

 

Em 2002 o prêmio Nobel de Economia  foi outorgado ao psicólogo  econômico Daniel Kahneman, que junto com Amós Tversky, já falecido desenvolveu importantes estudos a respeito de decisão, risco e incerteza e são considerados expoentes na área.

Sugiro o site da Dra. Vera Rita de Mello Ferreira, Representante da IAREP ( International Association for Research in Economic Psychology) no Brasil.

http://www.verticepsi.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=62&Itemid=53

Como fonte de pesquisa sobre o assunto.

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Portabilidade pode reduzir custos

Portabilidade permite que você leve seu número de telefone fixo ou móvel para outra operadora , que você mude sua conta salário ou seu crédito imobiliário para outro Banco, que você mude seu plano de saúde para outra empresa, e em todos os casos  você poderá reduzir seus custos.

 

Dá trabalho?

Já diziam os antigos que não existe bônus sem ônus.

Se quisermos  economizar  temos que buscar informações e fazer o que precisa ser feito sem preguiça e com muita determinação.

Informar-se sobre todas a regras para fazer a portabilidade que deseja, é fundamental para fazer  a escolha certa.

Não deixe que as dificuldades lhe desestimulem a valorizar seu dinheiro.

Porque pagar mais por algo se pode pagar menos mantendo as mesmas condições?

 

Telefonia

No caso da telefonia foi amplamente divulgado e muitos já se beneficiaram e continuam se beneficiando com a portabilidade. É menos burocrático e  pode ser feito de forma simples ligando para a operadora que deseja migrar. A própria operadora solicitará a portabilidade e em algumas horas seu número já estará disponível novamente.

 

Conta Salário

O funcionário pode optar em qual Banco deseja receber seu salário sem constrangimento na Empresa.  Resolução 3.402 de 2006 do Banco Central garante este direito ao trabalhador.

 

Crédito

Você pesquisa uma instituição com juros menores, faz contato para ver os tramites e decide. A instituição escolhida quitará o débito com a anterior e você assume a dívida com juros menores nesta nova instituição.

 

Crédito Imobiliário

O crédito imobiliário também pode ser mudado para uma instituição que lhe ofereça melhores condições de crédito. E a diferença compensa. Veja simulação apresentada na revista Exame :

 

Prazo restante

Saldo devedor (R$)

Prestação Caixa 9% a.a. (R$)*

Prestação banco anterior 12% a.a. (R$)*

Economia total (R$)

5 anos

375.000

3.961

4.820

128.761

10 anos

300.000

3.421

4.108

82.475

15 anos

225.000

2.880

3.396

46.457

20 anos

150.000

2.340

2.685

20.704

25 anos

75.000

1.799

1.973

5.219

 

Antes de fazer a portabilidade verifique a economia total com a mudança e  consulte as taxas a serem pagas na página

 

Veja no seu estado a tabela de taxas a serem pagas no registro de imóveis que serão as taxas cobradas na portabilidade.

A portabilidade de crédito é prevista pela Resolução 3.401/2006 do Banco Central

 

Planos de saúde

Segundo o Instituto de Defesa do Consumidor-IDEC - o consumidor não pode migrar para qualquer outro plano. A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) estabeleceu que a transferência da carência para planos de saúde só é possível para planos equivalentes ou inferiores ao plano de saúde do qual o consumidor quer sair.

 

ANS – Agência Nacional de Saúde. http://portabilidade.ans.gov.br/guiadeplanos/

Agora que você já sabe que pode economizar comece a pesquisar o que é melhor pra você e mãos à obra. Depois é só colher os frutos da economia.

Sucesso!

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